domingo, 22 de abril de 2018

"MANIFESTO HOLOSISTA" DE TIAGO MOITA E EDMUNDO SILVA PUBLICADO NA REVISTA "NOVA ÁGUIA" - MOVIMENTO HOLOSISTA (21.04.2018)



O que aconteceu em Março deste ano - e no sábado, dia 21 de Abril de 2018, pelas 15H00, no Palácio Viscondes de Balsemão, na Praça Carlos Alberto na cidade do Porto. - foi um acontecimento histórico para o Movimento Holosista (senão para o século XXI). Pela primeira vez neste século um manifesto de vanguarda cultural holística, como o Manifesto Holosista * foi publicado numa revista cultural (lusófona) de grande prestígio: a "Nova Águia".

Deste modo, e em nome do Movimento Holosista, gostaria de agradecer publicamente ao professor Renato Epifânio por ter autorizado a publicação do nosso manifesto e pela divulgação que está a fazer dele - juntamente com os textos de outros autores, publicados nesse número. Todos de grande interesse e qualidade. A publicação do manifesto do nosso movimento pode ser um pequeno passo para nós, mas, grandes revoluções começam com pequenos passos como este. 

Tiago Moita.
21.04.2018

* (No texto aparece "Manifesto Holista", mas o professor Renato Epifânio já pediu desculpas por essa "gralha." O mais importante é o texto que foi (muito bem) impresso).

terça-feira, 10 de abril de 2018

TIAGO MOITA, JURADO CONCELHIO DO CONCURSO NACIONAL DE LEITURA 2018 EM SÃO JOÃO DA MADEIRA.


Foi com muito orgulho que aceitei fazer parte do júri do Concurso Nacional de Leitura de São João da Madeira, a par das minhas colegas e amigas juradas Irene Guimarães, Maria Da Graça Oliveira e Isabel Pardal. Mais que um desafio, foi uma experiência enriquecedora e maravilhosa, onde fiquei a conhecer crianças e jovens com bons argumentos e uma boa capacidade de leitura e interpretação de obras literárias.

É para jovens como aqueles que eu conheci na prova oral que ocorreu ontem, dia 9 de Abril de 2018, pelas 14H30, na Biblioteca Municipal Dr. Renato Araújo na minha terra, São João da Madeira, que passei a ter mais confiança no futuro. Pelo menos na leitura e na cultura, que são as partes que (mais) me dizem respeito.

Boa sorte a todos os (as) vencedores (as) que vão agora concorrer às provas regionais. Aos que não ficaram para trás, não desistam! Não percam esse desejo de ler mais e melhor, de escrever mais e melhor e façam dele uma necessidade tão básica como comer, beber, dormir ou sonhar.

Tiago Moita.
10.04.2018.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

POEMA "SÚMULA" DE TIAGO MOITA


SÚMULA

Esta é a minha entrega...

Habito num aquário
com corpo e alma de cidade
as paredes são escamas de peixe
mudando ao sabor
da estação dos poemas.

Cada uma delas transporta luas
em quarto minguante
e lágrimas fundidas
em fogo moído.

Não existe zero nem infinito
no intervalo do existir
apenas ciclos fugazes
de substâncias e experiências
cada um vive na cornucópia
que montou na silêncio obtuso
das sete idades.

Nada 
é um relógio parado
e obsoleto pela voragem dos anos
porque cada passo que dou
é uma primavera de mistérios
despidos de legendas
e notas de rodapé.

Cada Ser é um fogo por lavrar
no labirinto da alma
e esse fogo é fonte e força motriz
de todos os meus acidentes 
e circunstâncias.

Vivo a plenitude desse fogo
em diferentes direcções
sem recurso a sextantes
e murmúrios primários
nas quatro paredes deste aquário
escolho aprender o sentido das feridas
em cada retrato 
em cada objecto
ou em cada lago da minha infância.

Todo o meu corpo estremece
numa erupção latejante 
de sensações 
e sentidos
perante o êxtase precoce da palavra
que expande o meu universo
como um gota de tinta 
violando a virgindade 
de uma página.

Bebo o sabor de cada sorriso
cada vez que incendeio um desejo
com o pensamento.

Não sou mais servo da mente
nem escravo do ego
certo errado bom mau
são miragens de palavras
levadas pelo bulício do vento.

Cada ponte que construo
é um muro que derrubo 
num cemitério de sombras
cada porta que fecho 
é uma janela que fecho 
para uma epopeia em branco
no universo de mim.

Por vezes chovem lanternas e espinhos
por vezes tudo sangra e canta
perante a menstruação da seiva
e os relógios teimam não trabalhar
contra a natureza do tempo
e a profundidade dos livros.

Mas não importa...
Mais nada importa
no espaço entre quem fui
sou
e desejo ser.

Porque sou a expressão viva e bruxuleante
da vida que escolhi
matéria bruta e obra-prima
em permanente transformação.

Rosto do que fui
espelho do que sou
e expectativa
de tudo o que posso 
vir a ser.

TIAGO MOITA
"Post Mortem e Outros Uivos"
WorldArtFriends Editora
2012


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

OFERTAS DE NATAL PARA 2017: ONDE ESTÃO À VENDA OS LIVROS DE TIAGO MOITA EM PORTUGAL?


Nada melhor para oferecer este Natal às pessoas que mais amamos que um livro. Um livro é, segundo Julian Green "uma janela pela qual nos evadimos", um amigo fiel que fala connosco de coisas que não nos apercebemos de nós próprios nem contamos a ninguém por medo ou outra coisa qualquer, e os meus livros não são uma excepção à regra. Se, porventura, não sabem o que oferecer neste Natal, ofereçam um exemplar dos meus três último livros que publiquei na Chiado Editora desde 2012. 

Não sabem onde estão à venda? Não se preocupem! Aqui o vosso amigo dá-vos uma ajuda:

"O ÚLTIMO IMPÉRIO" (2012)

1- CHIADO CLUBE LITERÁRIO & BAR DE LISBOA

     Avenida da Liberdade, 180, piso -1, Loja F, 
     Tivoli Fórum 
     1250-146 Lisboa

2- LIVRARIA NOVA IORQUE
     
    Rua Entrecampos, 66-C
    1700-159 Lisboa

3- LIVRARIA LER

    Rua Almeida e Sousa,24
    1350-011 Lisboa 

4- LIVRARIA AZ DO LIVRO

    Calçada Duque, 11
    1250-155 Lisboa

5- LIVRARIA APOLO 70

    Centro Comercial Apolo 70
    Av. Júlio Dinis, 10A - Loja 26/27
    1069-047 Lisboa

     Av.5 de Outubro, 35-B
    1050-047 Lisboa

     Centro Comercial Fonte Nova
     Estrada de Benfica, 503 - Loja 13/15
     1500-083 Lisboa

     Centro Comercial Riviera
     Rua Bartolomeu Dias, 47, Loja 10
     2775-551 Carcavelos

     Av.Portugal Centro Cívico, lote 6, loja 1
     2790-129 Carnaxide    

6- LIVRARIA PÓ DOS LIVROS

     Avenida Duque de Ávila, 58A
     1050-083 Lisboa     

7- LIVRARIA HEMUS: RAMOS & AMARO

     Rua Serpa Pinto, 20
     2900-214 Setúbal

8- LIVRARIA DE JOSÉ ALVES, LDA.

    Rua da Fábrica, n.º 74
    4050-246 Porto

9- PAPELARIA NUNES (MANUEL NUNES & PEREIRA, LDA.)

    Avenida da Boavista, 897
    4100-128 Porto

"O EVANGELHO DO ALQUIMISTA" (2016)

1- CHIADO CLUBE LITERÁRIO & BAR DE LISBOA

     Avenida da Liberdade, 180, piso -1, Loja F, 
     Tivoli Fórum 
     1250-146 Lisboa

2- LIVRARIAS APOLO 70

    Centro Comercial Apolo 70
    Av. Júlio Dinis, 10A - Loja 26/27
    1069-047 Lisboa

     Av.5 de Outubro, 35-B
    1050-047 Lisboa

     Centro Comercial Fonte Nova
     Estrada de Benfica, 503 - Loja 13/15
     1500-083 Lisboa

     Centro Comercial Riviera
     Rua Bartolomeu Dias, 47, Loja 10
     2775-551 Carcavelos

     Av.Portugal Centro Cívico, lote 6, loja 1
     2790-129 Carnaxide    

3- LIVRARIA LUSÍADA DE LIBÂNIO JORGE

    Rua Teófilo Braga, n.º 110
    8900-333 Vila Real de Santo António

4- LIVRARIA PAPELARIA 115 (SOUSA, SOBRINHO & FREIXO, LDA.)

    Rua da Moeda, n.º 32
    3000-300 Coimbra

5- CHIADO CLUBE LITERÁRIO & BAR DO PORTO (AKA CASA DA BOAVISTA)

     Avenida da Boavista, 919
     4100-128 Porto

6- LIVRARIA DE JOSÉ ALVES

    Rua da Fábrica, n.º 74
    4050-246 Porto

7- LIVRARIA GRAÇA

    Rua da Junqueira, n.º 46
    4490-519 Póvoa de Varzim

8- LIVRARIA OSWALDO SÁ

     Rua 25 de Abril, 435
     4710-913 Braga

9- LIVRARIA ESPERANÇA

     Rua dos Ferreiros, 119
     9000-246 Funchal

10- LIVRARIA SANTO ANTÓNIO (Leite & Soares, Lda.)

       Rua Guerra Junqueiro, 123, R/C
       3700-128 São João da Madeira

"METANOIA" (2017)

1- CHIADO CLUBE LITERÁRIO & BAR DE LISBOA

     Avenida da Liberdade, 180, piso -1, Loja F, 
     Tivoli Fórum 
     1250-146 Lisboa

2- CHIADO CLUBE LITERÁRIO & BAR DO PORTO (AKA CASA DA BOAVISTA)

     Avenida da Boavista, 919
     4100-128 Porto

3- LIVRARIA PAPELARIA 115 (SOUSA, SOBRINHO & FREIXO, LDA.)

    Rua da Moeda, n.º 32
    3000-300 Coimbra

6- LIVRARIA DE JOSÉ ALVES

    Rua da Fábrica, n.º 74
    4050-246 Porto

7- LIVRARIA GRAÇA

    Rua da Junqueira, n.º 46
    4490-519 Póvoa de Varzim

8- LIVRARIA OSWALDO SÁ

     Rua 25 de Abril, 435
     4710-913 Braga

9- LIVRARIA ESPERANÇA

     Rua dos Ferreiros, 119
     9000-246 Funchal.

10 - UNICEPE - COOPERATIVA LIVREIRA DE ESTUDANTES DO PORTO, CRL

     Praça Carlos Alberto, 128
     4050-024 Porto  

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Comentário pessoal de Tiago Moita acerca da morte do Zé Pedro, Guitarrista e Fundador dos Xutos & Pontapés (1956-2017)


PRA SEMPRE, ZÉ!

Nunca nos cruzámos nem nos conhecemos pessoalmente mas eu, tal como milhões de portugueses, acompanharam o teu percurso como se fôssemos, também, a tua família. Não estivemos todos naquela sexta-feira 13 de Janeiro de 1979, na sala do "Alunos de Apolo" para assistir ao primeiro concerto da banda mais icónica e emblemática do Rock Português e da música moderna portuguesa do pós-25 de Abril nem eu todos os concertos e, muito menos, estivemos todos no lançamento de todos os álbuns da carreira dos Xutos, mas rejubilamos com o teu fulgor em palco, a tua alegria e fomos, certamente solidários nas tuas tristezas e perdas.

Além das memórias que eu tenho de ti das entrevistas que deste ao Blitz e a outros órgãos de comunicação social de referência, a maior que eu tenho é a de te ver no concerto que os Xutos & Pontapés deram naquela quinta-feira, 6 de Maio de 1999, no Parque da Cidade do Porto, em plena Queima das Fitas. Estava, na altura, na Universidade Lusíada do Porto a tentar tirar o curso de Direito e, apesar de gostar de sons mais pesados e alternativos, nunca escondi o orgulho de pertencer, tal como grande parte dos meus colegas de turma - e da minha geração - à "geração Xutos", por causa do impacto que a tua música, a vossa música causou em todos nós. A vossa mística foi de tal maneira tão forte que, no dia desse concerto, São Pedro fechou as torneiras do céu, parou de chover, e a chuva só voltou quando vocês saíram do palco. Eu estive lá, Zé! Nós nunca nos cruzamos mas acompanhei esse pedaço da tua vida.

E por isso é que hoje não posso adiar este sentimento "por mais um século", como disse uma vez o grande poeta António Ramos Rosa. Não posso adiar esta saudade dessa "minha casinha" que foi a vossa música, esse "remar, remar. Forçar a corrente" que sempre me motivou a lutar pelos meus sonhos, mesmo quando ouvia pessoas mais próximas de mim a dizerem o contrário, fosse quando o sol raiasse no meu coração ou "Enquanto a noite cai" na alma de cada um. Não posso adiar essa angústia, "prisão em si", de "deitar a perder" a minha oportunidade de dizer o que a minha alma tem para gritar, sem pensar que estou "queimando tempo" "à minha maneira". Não posso adiar esta tristeza que eu, e milhões de portugueses estão a sentir pela tua falta, pela tua alegria, por esse sorriso sincero que tinha a força de um abraço, daquele abraço forte e quente que, por vezes, precisamos de receber quando perdemos alguém muito especial, alguém que deixou uma marca que se transformou num legado, "fez estragos" para não deixar tudo na mesma, alguém talentoso, alguém amigo, alguém único, alguém...como tu.

A ti, Zé, nunca te direi adeus, mas até sempre. Sei que no céu vais falar com o Ribas, o Vicius e todos os grandes ídolos do Rock N'Roll que sempre amaste e partilhaste com todos nós, para fundar uma banda Rock e ser o melhor DJ do Paraíso que tu mereces (Quem sabe até vais ensinar Deus a dar um toques de guitarra!) e vais assistir na tribuna de honra a grande espectáculo do Universo e ouvir a música das esferas que tu e os Xutos tentaram reproduzir, enquanto estiveste entre nós.

Pra sempre, Zé Pedro. (1956-2017)

Teu fã de sempre - e pra sempre:

Tiago Moita.

  

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

POEMA "ENGRAMA" DE TIAGO MOITA


"ENGRAMA"

Tudo é visível aos olhos do poeta
que mergulha ávido nos sulcos
das palavras primordiais do vazio
germinadas da levedura do branco
universo akáshico da nudez azul 
de uma página

Para além da nossa dimensão porosa
nenhum elemento é estranho a ele
nos labirintos das miragens herméticas
que navegam nos abismos 
das gavetas oníricas dos hemisférios

E na sublimação astral da escrita
tatua as metáforas dos retratos,
serigrafia etérea de símbolos e sons
esculpidos durante a cópula muda 
dos sentidos

Resultado: uma mandala pictórica
hermenêutica transcendental de um eco
extraterrestre aos uivos das pedras
que vivem no ventre dos espelhos 
da água.

TIAGO MOITA
"Metanoia"
Chiado Editora
2017

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

E AGORA, ALGO DE COMPLETAMENTE DIFERENTE (MANIFESTO HOLOSISTA)

E agora, algo de completamente diferente...


MANIFESTO HOLOSISTA

Nós, almas criadoras, artesão da grandeza e da beleza que habita no silêncio do Universo, reivindicamos, enquanto seres universais e alquimistas da palavra, da arte e do saber, o direito à transcendência da palavra, da arte e do homem, enquanto corpo, mente e espírito, em nome de uma vontade que ultrapassa a razão de onde viemos, quem somos e para onde vamos.

Imbuídos nesse espírito inconformado e aventureiro, pretendemos apresentar uma alternativa ao desalento e ao desencantamento pelo novo, ao fragmento do texto narrativo pela memória, ao acaso fútil e circunstancial, à melancolia existencial, ao recolhimento intimista permanente e diferido pelo sentimento de perda, à errância sem sentido na linguagem, à indiferença estóica das pessoas e das coisas, reduzidas a meras imagens e estatísticas, estéreis de libido e clorofila, ao sarcasmo ácido e corrosivo do quotidiano sem sentido e ao desencontro e ruína de um mundo crepuscular, enfatizada por uma ideia de fuga para um infinito sem bússola, baseado numa aliança entre o Homem, o Espírito e o Universo com a Natureza: o Holosismo.

O Holosismo é a oportunidade para a resposta a todos aqueles que acreditam no futuro, Aqui e Agora; no amanhã numa folha virgem, numa tela por pintar, num palco à espera de magia, numa pedra por esculpir.

O Holosismo é um êxtase de neologismos sem clichês; consciência cósmica de todas as remembranças, espontaneidade quântica a todos os tratados e regras da arte; hermenêuticas sem parábolas nem teoremas; ponto ómega de tudo o nasceu, vive e está para renascer.

Nesse sentido, o Holosismo pretende a verdadeira afirmação da arte e do seu sentido pela exposição da sua transcendência sem limites. É holocêntrico por qualidade e holonómico no devir. Em vez de um espectáculo de pirotecnia simbólica e gráfica, apresentamos uma sinfonia de koans, haikus, tankas e cores vivas; primaveras constantes de epifanías e mundos paralelos, o paranormal, o astral, a escatologia, o xamanismo e todos os fenómenos e linguagens ignorados pela indiferença do quotidiano e do pensamento contemporâneo, pós-moderno e cosmopolita.

O Holosismo não é uma ilusão provocada pela longa comoção desregrada dos sentidos, mas o ponto de encontro de todas as visões intuitivas e experiências proféticas, iniciáticas e reveladoras do mundo que brotou da aliança da natureza, do espírito com o Universo. Somos a palavra sem sentido no absurdo do Real; silêncio mastigado por páginas em branco, bordadas por sete incêndios encarcerados no coluna vertebral de livros sem horas; mãos sinestésicas em transe, lavrando e burilando o verão das origens sobre o branco da realidade; moradas que murmuram os segredos da poesia; a clarividente contingência das metáforas; a panaceia universal do Cosmos através da Arte.

Holosistas de todo o mundo e de todas as dimensões! Despertem para o amanhã que se levanta hoje, Aqui e Agora, e transcende em amor puro as teias que o ego tece da hesychia do Homem para vos receber de alma, coração e braços abertos. A palavra tem alma! A Arte tem alma! É uma criança que grita da miséria e decadência a que o velho mundo se deixou condenar e se exalta e ri da beleza sem rosto, da harmonia no caos, da natureza sem artifícios, que é a vanguarda e o espírito dos tempos, sem tempo, que nos esperam.

TIAGO DE VASCONCELOS E MOITA

EDMUNDO LUÍS RIBEIRO DA SILVA

São João da Madeira, 2 de Março de 2013.

CRÉDITOS DO VÍDEO "MANIFESTO HOLOSISTA"

Leitura e locução: Marco Oliveira e Tiago Moita

Sonoplastia: Vasco Macieira

Canção: "Prélude à L'Après-midi d'un faune", Claude Debussy 

Produção e edição do vídeo: Sérgio Martins


Para mais informações a respeito do Movimento Holosista, contacte-nos para:

movimentoholosista@gmail.com 

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