segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Livro "O ÚLTIMO IMPÉRIO" de Tiago Moita (2.ª Edição) em todas as Livrarias de Portugal a partir de 15 de Fevereiro


SINOPSE

Inês Maia, uma jovem estudante de Arqueologia, é confrontada com a notícia inesperada da morte do seu avô. Quando regressa do funeral, recebe um baú de brinquedos antigos com um livro misterioso que só ela é capaz de ler e a conduz para uma aventura alucinante em busca de um dos maiores mitos da História de Portugal: O Quinto Império, o último Império da Humanidade. Um romance cheio de aventura, suspense,  e acção à volta de conjunto de segredos sobre o passado, o presente e o futuro de Portugal e do mundo do terceiro milénio.

O que descobriram os Templários no Templo de Salomão?

O que disse Jesus Cristo a Dom Afonso Henriques antes da batalha de Ourique?

Por que razão Dom Sebastião foi para Alcácer-Quibir?

Por que razão foi julgado o Padre António Vieira?

O que levou Aleister Crowley a encontrar-se com Fernando Pessoa?

O que é o Clube Bilderberg?

O que são Crianças Índigo?

 Porque nasceu Portugal?

"O Último Império" (Chiado Editora, 2012) é o primeiro thriller sobre a História oculta de Portugal e os desafios do mundo no terceiro milénio. Esta obra é também o primeiro thriller sobre o (verdadeiro) significado do Quinto Império e do regresso de Dom Sebastião a Portugal. Um livro onde figuras da nossa História como Dom Afonso Henriques, Camões ou Pessoa são protagonistas. 

Em 2013, o livro chegou ao Brasil e está à venda nas livrarias Cultura e Saraiva (A Saraiva está para o Brasil como a Bertrand está para Portugal).

Chegou em 2016 à 2.ª Edição.

"Um livro muito envolvente e não raro julgamento"

Mário Cláudio
Escritor


"Antes de Tiago Moita, apenas o Padre António Vieira descrevera, desta forma, a passagem do quarto para o quinto império, num misterioso romance muito bom, muito bem feito e muito bem construído, pleno de peripécias à Dan Brown e onde até uma brilhante estrutura policial, ao melhor jeito de John Le Carré chega a tomar-nos de assalto. Um livro contra o sistema."

Miguel Real
Escritor, Filósofo, Ensaísta e Crítico Literário do JL - Jornal das Artes, das Ideias e das Letras.

""O Último Império" é um livro extraordinário, resultante de uma cultura geral notável e de uma imaginação sem limites. O Tiago revela-se como um destruidor de mitos."

Luísa Monteiro
Escritora, poeta e professora universitária de Literatura Contemporânea

"Um livro viciante, muito bem escrito e politicamente incorrecto. Há coisas que ele (Tiago Moita) escreveu que eu não teria coragem de escrever."

Luís Miguel Rocha 
Autor português de renome internacional de best-sellers como "O Último Papa", "Bala Santa", "A Mentira Sagrada" e "A Filha do Papa" 

"Um livro empolgante e com uma escrita fluída, agregando um número de ideias sem fim."

Sónia Louro
Autora do livro "O Cônsul Desobediente"

"Um livro brilhante e inspirador. O Mundo precisa de o ler."

Vera Faria Leal
Autora, Terapeuta e Astróloga.

Nas livrarias portuguesas a partir de 15 de Fevereiro de 2016.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

LIVRO "O ÚLTIMO IMPÉRIO" DE TIAGO MOITA CHEGA À SEGUNDA EDIÇÃO


LIVRO "O ÚLTIMO IMPÉRIO" DE TIAGO MOITA CHEGA À 2.ª EDIÇÃO.

Quatro anos depois do seu lançamento, o romance de estreia de Tiago Moita é reeditado e estará disponível, segundo a Chiado Editora, nas livrarias de todo o país, a partir de 15 de Fevereiro deste ano.

"O ÚLTIMO IMPÉRIO" (Chiado Editora, 2012) é o primeiro Thriller literário sobre a História Oculta de Portugal e os desafios do mundo no terceiro milénio.Esta obra é também o primeiro Thriller sobre o (verdadeiro) significado do Quinto Império e do regresso de Dom Sebastião a Portugal. Um livro onde grandes figuras da nossa História como Dom Afonso Henriques, Camões ou Fernando Pessoa são protagonistas.

Este livro recebeu críticas positivas e rasgados elogios de escritores e autores muito importantes da nossa praça como MÁRIO CLÁUDIO, MIGUEL REAL, LUÍS MIGUEL ROCHA (Autor de "O Último Papa" ou "A Mentira Sagrada" e "Amália - o romance da sua vida), LUÍSA MONTEIRO, SÓNIA LOURO (Autora do livro "O Cônsul Desobediente") e até da famosa terapeuta, astróloga e autora VERA FARIA LEAL.

Entre 2012 e 2014, o romance começou a receber diversas críticas dos mais conceituados blogs literários portugueses; tornou-se "livro cinco estrelas" no site britânico de recomendadores de livros ANUKI e "livro três estrelas" no maior site de recomendadores de livros a nível mundial: o GOODREADERS. COM.

Em 2013, o livro chegou ao BRASIL e começou a ser distribuído e vendido nas livrarias CULTURA e SARAIVA (A Saraiva está para o Brasil como a Bertrand está para Portugal).

Aqui vos deixo com o novo booktrailer oficial da 2.ª Edição da minha obra, com todas as críticas, comentários e elogios de todos os autores acima enunciados.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

SOBRE A PRIMEIRA "FUGA POÉTICA" NO CAFÉ "O POETA" EM SÃO JOÃO DA MADEIRA (21.07.2015)

AMOR E EROTISMO EM TEMPO DE MUDANÇA (II)

Nenhuma das minhas expectativas conseguiu prever o desfecho daquela histórica noite de terça-feira, dia 21 de Julho de 2015, pelas 21H30, no café "O Poeta" em São João da Madeira. Tinha chegado cinco minutos mais cedo que o habitual e mais de quarenta pessoas aguardava a primeira "Fuga Poética" num dos mais belos e acolhedores cafés da cidade e do concelho, para não dizer das terras de Santa Maria.

A ansiedade e a expectativa pareciam não dar tréguas a todo o meu ser naquele tempo. A hora já passava e, mesmo assim, ainda faltavam pessoas. Os minutos avançavam a passo largo e, pouco a pouco, iam aparecendo os restantes tertulianos que compuseram as cerca de cinquenta almas que ocorram para aquela noite histórica. Desde os habituais membros desta "grande família" que se transformou as "Fugas" passando por caras novas, surpresas de longa data e de grandes distâncias, entre muitos curiosos, misturados com alguns clientes habituais, indiferentes ou espantados com tamanha afluência ao seu espaço de convívio de eleição.

Antecipando-se à sua nova função, o doutor Ângelo Campelo fez questão de abrir a sessão enquanto eu acompanhava mais um grupo de amigos meus para o evento. Chegado ao meu posto, dei as boas-vindas a todos os presentes, fiz um pequeno balanço de todo o meu trabalho nas "Fugas Poéticas", justifiquei a minha saída (forçada) por motivos profissionais da sua organização e coordenação e apresentei a nova equipa de coordenação da mesma e o meu sucessor à frente desta grande iniciativa cultural com mais de um ano de existência, fazendo os mais rasgados e (mais do que) merecidos elogios à sua pessoa.

Findas as boas-vindas, balanços, justificações e elogios, o fundador das "Fugas" - a par de Edmundo Silva - e coordenador Tiago Moita abriu as hostes lendo um poema alusivo ao tema (facultativo) do mês, inteiramente dedicado ao Amor e ao Erotismo: "O meu olhar é nítido como um girassol" do célebre heterónimo - e mestre - de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro. E as intervenções não se fizeram esperar.

Quais almas ávidas de Poesia e júbilo, um a um, as pessoas que participaram nesta iniciativa começaram a dar vida aos poemas de Suzamna Guimarães, David Mourão-Ferreira, José Régio, Florbela Espanca, Paul Leminsky, Castro Reis, Virgílio Liquito, Duarte Manuel Klut, Rabindranath Tagore, Herberto Hélder, Vinicious de Moraes, Eugénio de Castro, Sophia de Mello Breyner Andressen, Marçal Aquino, Mia Couto, Adolfo Dias, Manuela Bulcão, Jorge de Sousa Braga, Luís Vaz de Camões, José Carlos Ary dos Santos, Carlos Lacerda, António Botto, Eugénio de Andrade, Alice Queiroz, Edmundo Silva e Tiago Moita, numa noite onde se escutaram poemas de poetas de todas as idades, locais e desconhecidos, em que não faltou alegria, improviso, animação e uma surpresa em forma de poema feita por mim ao meu sucessor e à nova equipa de coordenação de uma das maiores e mais memoráveis iniciativas cultural que organizei, coordenei e participei em nove anos (quase) ininterruptos de voluntariado cultural que exerci em São João da Madeira  que agora chegaram ao fim mas que guardarei para sempre na minha memória e no meu coração.

Até Breve!

Aqui ficam as fotos da minha última sessão:


Parte do público presente antes de começar a sessão.


O público em amena cavaqueira, antes de começar a sessão.


Tiago Moita - um dos fundadores das "Fugas 
Poéticas, a par de Edmundo Silva e coordenador
da iniciativa - abrindo a sessão com a leitura  poética
do poema "O meu olhar é nítido como um girassol"
do célebre heterónimo - e mestre - de Fernando 
Pessoa, Alberto Caeiro.

(Foto de Dinis Silva)


Os livros e papéis na mesa de Tiago Moita.

(Foto de Dinis Silva)


Agostinho Silva - um estreante nas "Fugas Poéticas"-
dizendo um poema alusivo ao nome do estabelecimento:
"O Poeta".


A poeta e escritora Suzamna Hezequiel - uma 
estreante nas "Fugas Poéticas" - lendo o poema
"É de ti que transbordo" do seu segundo livro de
Poesia "Pudorgrafia" (Texto Sentido, 2015).


Carmo Silva - uma estreante nas "Fugas Poéticas"-
lendo o poema "O Coração" de Carlos Castilho
Paz.


Carlos Pinho lendo um poema/canção "Amor e Sexo"
da cantora brasileira Rita Lee. 


Susana Moura lendo um poema da sua autoria.


Paula Fernandes lendo um poema da sua autoria:
"Romance".


Victor José lendo um poema da sua autoria:
"Solidão Pitonísia".


Miguel - um estreante nas "Fugas Poéticas" -
lendo um dos seus poemas.


O poeta e diseur Carlos Lacerda declamando
o célebre poema de José Régio "Cântico Negro"


Isabel Barbosa lendo o poema "Inconstância" de
Florbela Espanca.


O doutor Luís Quintino lendo um poema do poeta
brasileiro Paul Leminsky.


O senhor Altino lendo um poema de Castro Reis.


Virgílio Liquito - um estreante nas "Fugas Poéticas" -
lendo um poema da sua autoria.


Duarte Manuel Klut lendo um poema da sua autoria:
"Vendo para além".


Pedro Neves - um estreante nas "Fugas Poéticas" -
dizendo um poema de Vinicius de Moraes e uns
provérbios portugueses bastante "apimentados".


Rogério Barbosa dizendo dois pensamentos acerca
dos dois temas (facultativos) do mês - o Amor e o
Erotismo - seguido de um poema de Eugénio de 
Castro.


Luana Lua lendo o poema "Assim o Amor" de 
Sophia de Mello Breyner Andressen. 


A poeta Alice Queiroz lendo o "Poema da Curta"
de Marçal Aquino. 


A poeta Manuela Bulcão - uma estreante nas "Fugas
Poéticas" - lendo o poema "Para ti" de Mia Couto.


M Conceição Gomes lendo o poema "Erótico
Xadrez, Xeque ao Rei" de Adolfo Dias.


Tiago Moita e Inês Severino lendo o poema "O 
teu mamilo no meu mamilo" de Jorge de Sousa 
Braga.

(Foto de Dinis Silva)


Maria de Fátima Passos lendo o poema "Recordação"
de Manuela Bulcão. 


Virgílio Gonçalves lendo o poema "Onde andará
o meu doutor?" de Tatiana Bruscky.


Parte do público presente durante a sessão.


Outra parte do público presente durante a sessão.


Tiago - um estreante nas "Fugas Poéticas" - lendo
o célebre poema "Amor é um fogo que arde sem se ver"
de Luís Vaz de Camões. 


Inês Severino lendo o poema "Na Mesa do Santo 
Ofício" de José Carlos Ary dos Santos.


O doutor Luís Quintino lendo o célebre poema
"Poeta Castrado, não!" de José Carlos Ary dos
Santos.


Fernanda Guimarães lendo um poema de 
Carlos Lacerda.


O doutor Ângelo Alberto Campelo Sousa dissertando sobre o poema
que ia ler do mais recente poemário de Tiago Moita "Post Mortem e 
Outros Uivos" (WorldArtFriends/Corpos Editora, Novembro de 2012)

(Foto de Dinis Silva)


O doutor Ângelo Alberto Campelo Sousa lendo o
poema "Elegia de um Adeus" de Tiago Moita.


Tiago Moita com o doutor Ângelo Alberto Campelo Sousa e a
equipa de coordenação que o substituiu após a sessão
(Da esquerda para a direita: Tiago Moita, Luís Quintino, Lena 
França, M Conceição Gomes, Ângelo Alberto Campelo Sousa
e Isabel Barbosa.

(Foto de Dinis Silva)

quarta-feira, 8 de julho de 2015

SOBRE A DÉCIMA PRIMEIRA "FUGA POÉTICA" NA CONFEITARIA "COLMEIA" EM SÃO JOÃO DA MADEIRA (07.07.2015)

AMOR E EROTISMO EM TEMPOS DE MUDANÇA (I)

A brisa morna da noite contrastava com o sentimento de fim de ciclo que se avizinhava naquela noite de terça-feira, dai 7 de Julho de 2015 pelas 21H30 na Confeitaria "Colmeia". De uma ponta a outra pequenos agrupamentos de tertulianos convergiam em direcção à tradicional Confeitaria da Praça Luís Ribeiro, que tão bem acolheu as "Fugas Poéticas" desde Junho do ano passado.

Antes da sessão, deparei-me com cada vez mais caras novas, especialmente de zonas cada vez mais distantes do concelho, trazendo boa disposição, muito alegria, animação e, acima de tudo, muita Poesia a bramir do peito e dos livros e folhas que cada um trouxera dos seus lares.

Chegado o momento, o coordenador Tiago Moita inaugurara a noite de maneira diferente da habitual, fazendo um pequeno balanço de todo o seu trabalho à frente das "Fugas" e anunciando a todo o mundo a futura equipa de coordenação e o seu sucessor à frente desta iniciativa, o doutor Ângelo Campelo, pessoa do qual fez os mais rasgados e soberbos elogios e depositou as maiores esperanças para o futuro de um evento do qual fundou, juntamente com Edmundo Silva, há mais de um ano e que já ultrapassou as fronteiras do próprio concelho.

Terminadas as explicações, balanços e elogios, Tiago Moita abriu as hostes com um poema alusivo ao tema (facultativo) do mês (o Amor e o Erotismo) - "Metade" de Oswaldo Montenegro. E as intervenções não tardaram a aparecer. 

Tal como uma vaga marítima a circular à volta da confeitaria, durante duas horas e meia aquele espaço foi invadido por leituras de poemas de Fabiano Raroy, Carlos Drummond de Andrade, Adolfo Casais Monteiro, Eugénio de Andrade, Sebastião da Gama, Miguel Afonso Andressen, António Ramiro Gonçalves, Chico Buarque (Sim! Além de cantor e escritor, Chico Buarque também escreve Poesia!), José Régio, Fernando Campos Castro, Maria Teresa Horta, Carlos Lacerda, Joaquim Pessoa, Mia Couto, Alice Queiroz, António Carlos Santos, David Mourão-Ferreira, António Ramos Rosa, António F. Pina, Laurindo Rabelo, André C.Branco, João Linhares Barbosa, Joel Lira, Fábio Silva, Tiago Moita e Edmundo Silva, onde não faltaram canções românticas, homenagens sentidas à esposa do ex-presidente da República Portuguesa Dr. Mário Soares, Dr.ª Maria Barroso, poemas de poetas locais e desconhecidos onde nem um estranho equívoco estragou uma pacífica e tranquila passagem de testemunho naquela que foi a minha última "Fuga Poética" na Confeitaria "Colmeia" e que organizei e coordenei com muito orgulho.

Próxima paragem: em estudo.

Aqui ficam as fotos do evento:



Parte do público presente no início da sessão.


Outra parte do público presente na sessão.


Tiago Moita, fundador e coordenador das "Fugas Poéticas" mensais
nos cafés e bares em São João da Madeira abrindo a sessão.

(Foto de Virgílio Gonçalves)


Isabel Barbosa lendo o poema "Possui-te"


O doutor Magalhães dos Santos lendo um poema
da sua autoria.


Luana Lua lendo o poema "Visto-me de ti".


David Morais Cardoso lendo um poema de Carlos
Drummond de Andrade e outro de Adolfo Casais
Monteiro.


O cantor e artista Eduardo Belinha cantando uma
das canções de interpretou durante a sessão.


Sãozita Alves lendo um poema.


Paulo Moreira - uma estreia nas "Fugas Poéticas -
lendo um poema da sua autoria.


A professora Maria Teresa Stanislau lendo um
poema de Sebastião da Gama, de homenagem
à doutora Maria Barroso.


José de Sousa - um estreante nas "Fugas Poéticas" -
lendo um poema da sua autoria.


A poeta Alice Queiroz lendo um poema de Eugénio
de Andrade.


Irene Silva - uma estreante nas "Fugas Poéticas" -
lendo um poema do poeta algarvio Miguel Afonso
Andressen. 


Richard - um estreante nas "Fugas Poéticas" - lendo
o poema "Por ti" de António Ramiro Gonçalves.


M Conceição Gomes lendo um poema de Paula OZ


O senhor Serafim lendo um poema de Chico 
Buarque.


O poeta e diseur Carlos Lacerda lendo o poema
"Cartas de Amor" de José Régio.


Rosa Familiar (Flor Yaleo) lendo um poema.


Duarte Manuel Klut - um estreante nas "Fugas
Poéticas" - lendo o poema "Fragrância".


António Pinheiro lendo um poema da sua autoria.


Rogério Barbosa lendo o poema "Más Turbações"
de Fernando Campos Castro.


Os doutores Ângelo Alberto Campelo Sousa e 
Magalhães dos Santos lendo um texto da autoria do 
doutor Magalhães dos Santos, intitulado 
"Aquilo da Grécia".


Virgílio Gonçalves lendo o poema "Pára Poeta" 
do poeta e diseur Carlos Lacerda.


Sebastião Oliveira lendo o poema "Curvas e Belas
Mulheres" de Carlos Palha.


Ilídio Bessa dizendo um poema de Joaquim Pessoa


Fernanda Guimarães lendo um poema de Mia Couto.


Maria de Fátima Passos lendo o poema "Tenho 
sede e fome" de Alice Queiroz.


Tavares Ribeiro lendo um poema da sua autoria.


Ulisses Tirano lendo o poema "Amanhecimento"
de António Carlos Santos.


Inês Severino lendo o poema "Ternura" de David
Mourão-Ferreira. 


O doutor Ângelo Alberto Campelo Sousa lendo o
poema "Busco" de António Pina.


Lena França lendo um poema.


O poeta e diseur Carlos Lacerda lendo o poema
"Marcas"


Eduardo Belinha lendo um texto da sua autoria.


Sebastião Oliveira lendo o poema "Vício" a Irene
Silva.


Irene Silva cantando o fado "O meu primeiro Amor"


Tiago Moita e o doutor Ângelo Alberto Campelo
Sousa: o fundador e coordenador cessante com
o novo coordenador das "Fugas Poéticas" mensais
nos cafés e bares de São João da Madeira.


Foto final do grupo de tertulianos que estiveram presentes na "XI
Fuga Poética" mensal na Confeitaria "Colmeia" em São João da
Madeira.


Eduardo Belinha cantando uma última canção.